sexta-feira, junho 15

Serviço Geológico do Brasil estreita parceria com universidades

O diretor-presidente Esteves Colnago e o assessor Paulo Romano durante encontro com a reitora da Universidade Federal de Viçosa, Nilda de Fátima Ferreira Soares, na sede da empresa em Brasília
Brasília - O diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Esteves Colnago, recebeu na quarta-feira (13/6) a visita da reitora da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Nilda de Fátima Ferreira Soares, para discutir parceria entre as duas instituições em projeto pioneiro na região do Oeste da Bahia demarcada pelo Aquífero Urucuia.


Essa iniciativa faz parte da estratégia da instituição em promover uma maior integração e compartilhamento de experiências com as universidades do país.

O projeto começou a ser articulado durante o Fórum Mundial da Água, realizado no mês de abril, em Brasília. Naquela oportunidade, as discussões já contaram com a participação de dirigentes de associação de produtores que serão co-financiadores do projeto.

A proposta  é realizar na região estudos e análises visando ampliar o conhecimento sobre as interrelações entre águas de chuvas, superficiais e subterrâneas, visando orientar o uso sustentável da água na agricultura, mineração, geração de energia, lazer e nas cidades, observando, ainda, as funções ecológicas.

“Nossa ideia é unir a expertise das duas instituições para aprofundar o conhecimento  das interações entre o solo e a água para o adequado manejo em seus diversos usos, como por exemplo, na irrigação. A produção irrigada é estratégica para a segurança alimentar e como meio para evitar o desmatamento. Esse projeto sustentável de planejamento e gestão integrada da água no território está entre as nossas prioridades”, afirmou Colnago.

Trata-se de um importante projeto piloto que com certeza será replicado para outros locais do Brasil utilizando os parâmetros específicos de cada região", explica a reitora Nilda de Fátima Soares.

Ela destaca ainda que o projeto vai trazer informações novas e seguras sobre a dinâmica de água no solo e nas plantas. “O resultado desse projeto terá um impacto positivo na produção agrícola irrigada da região, assegurando o normal abastecimento das cidades e a oferta para outros usos”, avalia a reitora.

Assessoria de Comunicação

Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
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