segunda-feira, setembro 3

Simpósio discute perspectivas para petróleo e gás natural na América Latina

Diretor-presidente participa de evento na Argentina
Manoel Barretto, diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), representa a empresa no 2º Simposio Latinoamericano de Gas e Petróleo No Convencional. O evento é uma iniciativa da International Business Communications (IBC) e acontece, de 3 a 5 de setembro, pelo segundo ano consecutivo em Buenos Aires. “A Argentina, dos países latinos com maior potencial, é o que está mais adiantado em termos de exploração e produção de petróleo e gás natural”, explica María Benintende, responsável pelo simpósio.


O objetivo é discutir a capacidade dos países da América Latina para a composição dos recursos em grande escala e mensurar seu potencial como fonte para o suprimento energético. Entre os palestrantes estão executivos de grandes companhias da região como Pemex, Apache, Pan American Energy, Agência Nacional de Hidrocarbonetos da Colômbia, Enap, IHS Cera, Schlumberger e Weatherford.

Solenidade de abertura do Simposio de Gas e
Petróleo No Convencional
Pela manhã, na abertura, representantes do Brasil, Argentina, Colômbia, Chile e México apresentaram o potencial, as políticas para avanço e os principais impedimentos para o amadurecimento da indústria em seus países. Durante a tarde especialistas debatem perspectivas de crescimento do gás natural sob a ótica dos grandes consumidores de energia no Brasil e na Argentina, e analisam os impactos para o suprimento de gás.

A segunda edição do Simpósio contará ainda com workshop sobre controle de impacto ambiental na exploração e produção de combustíveis não convencionais, um dos maiores obstáculos para o desenvolvimento desses recursos na região e no mundo. A maioria dos países na América Latina se encontra em fase inicial de desenvolvimento, definindo e avaliando reservas recuperáveis de petróleo e gás natural, o que exige trabalho duro e grandes investimentos de capital. Para ordenar e impulsionar esse processo algumas empresas e governos estão implementando estratégias de negócios.